Fênix – Flávio Venturini

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Eu, prisioneiro meu
Descobri no breu
Uma constelação
Céus
Conheci os céus
Pelos olhos seus
Véu de contemplação

Deus condenado eu fui
A forjar o amor
No aço do rancor
E assim transpor as leis
Mesquinhas dos mortais

Vou
Entre a redenção
E o esplendor de por você viver
Sim
Quis sair de mim
Esquecer quem sou
E respirar por ti
E assim transpor as leis
Mesquinhas dos mortais

Agoniza
Virgem fênix o amor
Entre cinzas arco-íris e esplendor
Por viver as juras de satisfazer
O ego mortal

Coisa pequenina
Centelha divina
Renascer das cinzas
Onde foi ruína
Pássaro ferido
Hoje é paraíso

Luz da minha vida
Pedra de alquimia
Tudo que eu queria
Renascer das cinzas

Quando o frio vem aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
A luz da escuridão
E a dor revela a mais esplêndida
Emoção
O amor

Quando o frio vem aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
A luz da escuridão
E a dor revela a mais esplêndida
Emoção
O amor

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